
Você provavelmente já tentou aprender copy na prática assistindo dezenas de vídeos no YouTube. Anotou os “gatilhos mentais”, tentou replicar alguma fórmula pronta, sentou na frente da tela em branco e, travou. Não porque falta talento ou informação — na verdade sobra informação. O que te falta é um processo. É isso que a maioria dos conteúdos sobre copywriting nunca te entrega: o caminho completo, do zero até a copy pronta.
Essa dor não é só sua. Dos mais de 1.400 alunos que já estudaram copywriting comigo, 89% me contou que se sentiam confusos, inseguros e perdidos — porque nunca teve um passo a passo prático o suficiente para escrever copy com simplicidade e repetir esse resultado sempre que precisasse.
A maioria sabiam o que era gatilho mental, headline, CTA etc. O que faltava era entender como esses elementos se conectam num processo real, aplicável, do início ao fim. E neste guia, você vai aprender copy na prática, seguindo exatamente o mesmo processo que eu uso, passo a passo, sem pular nenhuma etapa.
Aqui, vou aprofundar cada etapa desse processo com você. Vou revelaro o framework de copywriting que sustenta tudo o que eu escrevo — e que a maioria dos cursos de copy nunca chega a ensinar, porque para de explicar exatamente na parte que mais importa: o que fazer com a informação depois que você já sabe o que é cada elemento.
Papel e caneta na mão, sirva-se de um bom café e vamos ao tutorial.
Fundamentos do Copywriting: o ”porquê” antes do ”como”
Antes de partir para o tutorial de copy na prática, para você entender como engenharia funciona, primeiro é preciso entender os fundamentos.
O que é Copywriting? Minha definição
Copywriting, na prática, é saber conduzir o leitor por uma linha de raciocínio lógica — não é empurrar uma mensagem, é guiar um pensamento. Quando isso é bem feito, quatro coisas acontecem na cabeça de quem lê:
- a pessoa se reconhece na história
- sente que alguém finalmente a entende
- enxerga a lógica por trás do que está sendo dito
- e sai da leitura num nível de consciência mais alto do que entrou.
Não vou me aprofundar nesse assunto aqui porque não é o objetivo des guia. Se quiser entender esse conceito com mais profundidade, escrevi um artigo só sobre isso, e você pode ler aqui: Conceito de copywriting.
Os Pilares do Copywriting
Toda copy boa se apoia em quatro pilares:
- Linguagem — como você comunica ideias, sentimentos e pensamentos.
- Psicologia — os processos mentais (pensamento, emoção, percepção) que determinam como alguém decide.
- Estrutura — como você organiza a narrativa e conecta os pontos.
- Técnica — o conjunto de habilidades que resolve os detalhes práticos de como narrar.
Junte os quatro e chega na definição que uso até hoje: copy é saber usar a linguagem para persuadir um certo tipo psicológico de pessoas à tomada de decisão.
Expliquei mais a fundo sobre cada um deles nesse outro artigo que você pode dar uma olhada depois, mas se preferir, pode assistir a aula completa no meu canal.
Como Funciona o Processo de Criação de uma Copy
Na prática, esse processo se resume a duas grandes etapas:
- Pesquisa — do público, do mercado e do comportamento de quem você quer atingir.
- Desenvolvimento — da narrativa e da organização daquilo que a pesquisa revelou.
A copy é só o resultado final desse processo. E é exatamente esse processo — pesquisa virando narrativa, narrativa virando copy — que eu vou te mostrar na prática a partir de agora.
A Engenharia da copy que Converte
Toda copy segue uma estrutura. Dentro dessa estrutura existem elementos que funcionam como quebra-cabeças que monta a narrativa. E, em cada elemento, é usado técnicas de copy específicas para cada ocasião. Observe o exemplo na imagem abaixo:

Essas são as 3 engrenagens que toda copy de alta conversão precisa ter.
Mas falando especificamente de elementos, cada copy vai exigir um elemento específico, porém, esses são os mais comuns e também os principais:
- Headline — o título principal. Função: capturar atenção através de interrupção, curiosidade e relevância. Se ela falha, o resto da copy nem existe.
- Gancho (Hook) — a abertura que prende o leitor nos primeiros segundos, através de curiosidade e identificação.
- Contexto — a construção do cenário antes da oferta, para o leitor entender que a mensagem é para ele.
- Bullet-points — frases curtas de benefício ou curiosidade, que aumentam desejo e escaneabilidade.
- Problema — mostra a dor ou dificuldade da pessoa, gerando identificação por espelhamento.
- Provas — evidências que sustentam o argumento e reduzem risco percebido.
- Quebra de objeção — responde dúvidas antes que virem resistência, gerando segurança.
- Oferta — a apresentação da solução. Não é preço, é geração de valor.
- CTA (Call to Action) — o direcionamento claro para a ação. A maioria das pessoas não age porque ninguém direciona.
98% de todos os textos persuasivos utilizamo esses elementos.
Aqui no blog eu já expliquei mais a fundo sobre elementos, ténicas e estruturas de copy. Você pode dar uma olhada depois. Contudo, essa aula prática vai te fazer entender melhor: Como pensar, organizar e escrever copy.
Framework passo a passo para Escrever copy na Prática
Em menos de 30 minutos, você saberá exatamente como escrever uma copy na prática, do zero, sem complicações.
Passo 1: Encontrando a Grande Ideia da sua Copy
Antes de escrever qualquer linha, existe um erro que quase todo mundo comete: sentar na frente da tela e tentar inventar uma história. Isso é o caminho mais longo e mais frustrante possível. A verdade é mais simples — e mais libertadora: você não cria uma narrativa, você extrai ela. Ela já existe, em algum lugar, esperando para ser encontrada.
De onde vem uma boa narrativa?
Toda narrativa boa que eu já escrevi nasceu de uma dessas quatro fontes:
- Uma frase que alguém do seu público disse
- Uma dúvida recorrente
- Uma objeção que aparece sempre
- Uma experiência relatada
Na prática, isso significa: antes de escrever, vá procurar. Abra os comentários dos seus vídeos, mensagens diretas, respostas de pesquisa, avaliações — qualquer lugar onde seu público fala com as próprias palavras. Um comentário sozinho já te entrega o início, o contexto, a ideia e o objetivo da história que você vai contar.
Seu trabalho não é criar do zero — é ler com atenção. É entender o que o seu público quer, pensa e fala.
O que procurar em cada uma das fontes
Quando você encontrar um comentário promissor, não leia por cima. Leia perguntando:
- O que essa pessoa sente?
- O que ela teme?
- O que ela quer evitar?
- O que faria ela continuar lendo se você respondesse esse comentário em forma de copy?
Essas quatro perguntas são o seu filtro. Se um comentário te dá resposta clara para elas, você encontrou matéria-prima real — não uma suposição sua sobre o que o público pensa, mas o que ele de fato pensa, nas palavras dele.
Observe o exemplo na imagem abaixo:

Cada um desses comentários revelam dores, desejos, sentimentos, pensamentos e personalidades do seu potencial cliente. Tudo o que você vai precisar fazer será pegar toda essa informação e organizar tudo, seguindo a engenharia da copy que mencionei parágrafos atrás.
Passo2: Como Descobrir o Perfil Comportamental do Seu Cliente
Encontrar a narrativa certa é metade do trabalho. A outra metade é saber para quem você está falando — porque a mesma dor, comunicada do jeito errado para o perfil errado, simplesmente não converte.
Os 4 perfis comportamentais
Existem quatro perfis comportamentais que você vai encontrar entre os seus leitores:
- Dominante — autoconfiante, focado em resultado, pragmático, competitivo, direto e objetivo. Fala pouco e quer ir direto ao ponto.
- Influente — sociável, entusiasmado, persuasivo, criativo, flexível. Se conecta por emoção e por conexão com quem fala.
- Estabilidade — leal, empático, paciente, consistente. Precisa de segurança antes de decidir.
- Conformidade — rigor técnico, organizado, perfeccionista, autodisciplinado, avesso a risco. Só avança com lógica e critério bem explicados.
O ponto de encontro entre esses quatro perfis é o seu ICP — o cliente ideal que você realmente quer atrair.

Por que isso muda a forma como você escreve
Antes de escrever uma linha, identifique: o comentário que você está analisando veio de qual perfil? Um comentário cheio de desconfiança e busca por critério, por exemplo, quase sempre vem de um perfil mais Conformidade ou Racional — e isso muda completamente sua copy. Para esse perfil, promessa fácil e linguagem “garantida” afasta; linguagem de critério, transparência e processo aproxima.
Se for mais emocional e estável, por exemplo, a maneira como vai abordar a copy também vai mudar. Tudo depende do tipo de pessoa com quem vai se comunicar.
Esse é o próximo passo prático que eu quero que você comece a fazer a partir de agora: toda vez que for escrever uma copy, pare antes e pergunte — quem escreveu esse comentário, e que tipo de linguagem essa pessoa confia? É essa pergunta que separa uma copy sem sal de uma copy que parece ter sido escrita especificamente para quem está lendo.
Passo 3: Pesquisar e extrair suas primeiras ideias
Atualmente, temos várias fontes de pesquisa para conhecer nossa persona. Temos o ChatGPT e demais IAs. Temos ferramentas, fóruns, dúvidas frequentes, perguntas feitas no suporte de uma empresa, conversas em reuniões e, na minha opinião, as seções de comentários das redes sociais que são as mais ricas e poderosas. Porque ali é o lugar em que as pessoas desabafam e falam o que querem, o que estão sentido de forma genuína.
Quando você faz um comentário em um post nas redes sociais, você dá a sua oínião sincera, com as suas palavras, com o seu jeito de ver o mundo. Você fala sem filtros, e é isso que toda copy de alta conversão tem. A linguagem e percepção do público. Afinal, comunicação é mais sobre ouvir do que falar.
Para seguirmos com o nosso tutorial de copy na prática, vou usar exemplos de comentários que pesquisei no canal do YouTube.
O exemplo que vou abordar será para o nicho de criptomoedas, mas a lógica é a mesma para todos os nichos. Ok?
Vamos lá. Dê uma boa olhada nesses comentários abaixo:

Cada um desses comentários revelam pra mim as dores, interesses, objeções, desejos, sentimentos e personalidade. Observe que marquei cada comentário com uma cor específica para você entender qual é o perfil de cada um.
- Vermelho é o dominante
- Amarelo é influente
- Verde o estável
- Azul é o de perfil conforme
Antes de continuar, faça você mesmo esse exercício: releia o comentário acima e tente identificar, sem minha ajuda, o que essa pessoa está sentindo. Depois compare com a leitura que eu fiz abaixo.
Leitura estratégica do comentário
Para escrever a copy na prática, vou escolher este comentário:
“Cara não confio em qualquer rede de grafico com relação a Criptomoedas aprendi isso. E tem um detalhe dificil de se confiar em um gerente hj que te ajuda de verdade. Descobri que existe outros meios.”
Vamos analisar o comentário e entender o que ele revela.
| Frase-chave do público | O que isso revela |
|---|---|
| “não confio” | Medo de ser enganado |
| “aprendi isso” (experiência negativa) | Trauma com promessas milagrosas |
| “detalhe difícil de confiar” | Desconfiança de intermediários |
| “descobri que existem outros meios” | Busca por autonomia e critério |
Reparou que quatro frases curtas já contam praticamente toda a história? É isso que quero que você comece a treinar: não ler o comentário de forma passiva, mas ativa — cada frase é uma pista, e seu trabalho é montar o quebra-cabeça.
Nesse caso, essas pistas juntas apontam para um perfil analítico — alguém que decide por critério e lógica, não por impulso ou promessa fácil.
O que o comentário já te entrega de graça

Aqui está o pulo do gato: um único comentário bem lido já te dá três respostas que, normalmente, custariam horas de pesquisa de mercado:
- Qual linguagem evitar — nesse caso: fácil, simples, garantido. Essa pessoa já foi queimada por esse tipo de promessa antes.
- Qual linguagem usar — critério, transparência, processo. É isso que reconstrói confiança com esse perfil.
- Qual tipo de promessa funciona — autonomia, não ganho rápido. Essa pessoa não quer alguém decidindo por ela, quer entender para decidir sozinha.
E aqui vale reforçar uma coisa que eu preciso que fique clara: eu não inventei nenhuma dessas pautas. Eu só organizei o que o público já disse, e respeitei o perfil dele. Esse é o cerne de todo o processo — a copy não nasce da sua criatividade, nasce da sua capacidade de escutar com atenção.
Antes de seguir para a próxima etapa, pare e repita esse exercício com um comentário real do seu público. Separe as frases-chave, escreva o que cada uma revela, e liste o que isso já te entrega sobre linguagem e promessa. Só depois desse passo faz sentido ir para a estrutura.
Passo 4: Escolha uma Estrutura de Copy
Com a pesquisa feita, o comentário analisado e o perfil identificado, chegou a hora de transformar tudo isso em texto. Para isso, você precisa definir uma estrutura de copy que te ajude a organizar o raciocínio e escrever — a depender do tom que a situação pede.
Para escrever nossa copy de exemplo, vou usar uma estrutura que eu criei que eu chamo de E.R.R.A.
Framework E.R.R.A.
O E.R.R.A. é a estrutura que eu mais uso quando quero criar identificação forte logo de cara, principalmente se for um perfil mais analítico e racional. Ele tem quatro etapas:
- Espelhamento — você começa a narrativa com a fala do público, ou algo muito próximo dela. É literalmente pegar a frase que você identificou na etapa anterior e devolver ela para o leitor.
- Razão — você valida o sentimento ou pensamento da pessoa com lógica. Não julga, explica por que faz sentido ela pensar assim.
- Reenquadramento — você muda o ângulo. Mostra que o problema não é bem o que a pessoa pensava que era.
- Ação — você conduz a pessoa para o próximo passo.
Repare que essa sequência segue exatamente a leitura que você fez do comentário: o espelhamento usa as frases-chave, a razão usa o que elas revelam, e o reenquadramento usa a promessa que você descobriu que funciona.
Na próxima etapa, vou te mostrar como escrever a copy usando essa estrutura — pegando o mesmo comentário sobre criptomoedas e transformando ele em três copies diferentes, prontas para usar.
Passo 5: Escrevendo Copy na Prática (3 Exemplos em Canais Diferentes)
Teoria explicada, pesquisa feita, framework escolhido. Agora vou te mostrar como esse processo vira copy de verdade — usando o mesmo comentário sobre criptomoedas que analisamos antes. Em cada exemplo, você vai ver exatamente onde cada frase-chave da pesquisa entrou no texto, e por que entrou ali e não em outro lugar.
Exemplo 1: Legenda para redes sociais
Veja o exemplo na imagem:

A primeira aplicação é a mais simples e a mais importante: a headline. Lembra que ela é o elemento que decide se o resto da copy vai ser lido ou ignorado? Pois é exatamente aqui que o reenquadramento entra primeiro — antes mesmo do espelhamento.
Em vez de abrir confirmando o medo da pessoa (“não confie em promessas fáceis”), a headline pega a mesma desconfiança que apareceu no comentário e vira ela do avesso: transforma o que a pessoa via como uma limitação dela (“eu não confio em nada”) em uma qualidade (“é exatamente isso que te torna preparado”). Esse é o poder do reenquadramento quando usado logo na headline — ele muda a forma como a pessoa se vê antes mesmo de você explicar qualquer coisa.
O corpo abaixo da headline segue a sequência completa do E.R.R.A.: começa espelhando a fala do público quase literalmente (“acha que não dá pra confiar”), valida isso com razão (“faz sentido, quando não há clareza, é difícil decidir”), reenquadra o problema (não é o mercado, é a falta de critério) e termina conduzindo para a ação (aprender a analisar muda como você decide).
Exemplo 2: E-mail
Observe o exemplo na imagem:

O e-mail é onde a estrutura aparece com mais espaço para respirar — cada etapa do E.R.R.A. vira, literalmente, um bloco de parágrafos:
- O Espelhamento ocupa a abertura inteira do e-mail. Repare que ele não resume o comentário, ele quase transcreve — “não confia em nada relacionado a cripto”, “desconfiança em acreditar em tudo o que intermediários falam”. Isso é proposital: quanto mais próximo da fala original, mais forte a sensação de “esse texto foi escrito pra mim”.
- A Razão entra logo depois, validando esse sentimento sem julgamento (“ela está certa”) e reforçando com um argumento lógico simples: quem já caiu em promessa aprende a desconfiar de discurso bonito demais.
- O Reenquadramento é o bloco mais longo do e-mail — e não por acaso. É aqui que a real transformação de perspectiva acontece: a desconfiança generalizada do mercado não é falha da pessoa, é sintoma de um mercado cheio de promessa igual e falta de método.
- A Ação fecha o e-mail de forma leve, sem urgência artificial — apenas convidando para o próximo passo lógico depois de todo esse raciocínio: entender o processo por trás da decisão.
Note que o e-mail não “vende” em nenhum momento antes da última linha. Ele conduz. É a definição de copywriting que vimos lá no início do artigo, aplicada na prática.
Exemplo 3: Anúncio Online
Veja o exemplo na imagem:

Esse último exemplo é o mais direto — e o mais fácil de você comparar com o que provavelmente já viu por aí. Coloquei lado a lado duas versões do mesmo anúncio: uma genérica, escrita do jeito que a maioria escreve; outra autoral, construída a partir de tudo que fizemos até aqui.
A versão genérica fala sobre o produto: “invista com mais segurança”, “aproveite as oportunidades do mercado”. Ela não erra tecnicamente, mas também não conversa com ninguém específico — poderia ter sido escrita para qualquer pessoa, em qualquer contexto. É chata porque é formal demais e não usa nenhuma das frases-chave que a pesquisa revelou.
A versão autoral faz o oposto: começa reenquadrando a mesma desconfiança que vimos no comentário original (“desconfiança é uma virtude dos inteligentes”) e, na sequência, fala diretamente com quem “busca por outros meios de investir” — uma frase tirada quase literalmente do comentário que analisamos. Ela parece um amigo aconselhando, não uma marca vendendo, porque tecnicamente é isso: é a fala do próprio público, devolvida para ele com mais clareza.
A diferença entre as duas versões não é sobre qual “soa melhor”. É sobre qual das duas nasceu da pesquisa e qual nasceu da imaginação de quem escreveu. E é exatamente essa diferença que separa uma copy genérica de uma copy que converte.
Isso sim é escrever uma copy na prática.
Como Aplicar Esse Processo na Sua Própria Copy na Prática
Se você chegou até aqui, já tem em mãos o processo inteiro para escrever copy na prática — não um resumo de teoria solta, mas o caminho completo que uso há mais de 5 anos para escrever para mim e para meus clientes. Vale recapitular, porque é essa sequência que faz o processo funcionar:
- Tudo começa nos fundamentos — entender que copy não é enfeite de linguagem, é condução de raciocínio, apoiada em quatro pilares que trabalham juntos.
- Depois vem a pesquisa — sair do achismo e ir buscar, nas próprias palavras do seu público, a narrativa que já existe e só precisa ser extraída.
- Com a pesquisa em mãos, você define a estrutura — e desenvolve o texto conforme o perfil de cliente pede.
- E só então, com tudo isso organizado, a copy nasce — não do zero, mas de um comentário lido com atenção.
Esse é o processo. Não existe atalho que pule alguma dessas etapas e ainda entregue uma copy que realmente converte — o que existe são pessoas que aprendem a percorrer esse caminho mais rápido, com mais precisão, porque já treinaram o olhar.
E é exatamente aqui que este artigo termina e o seu próximo passo começa. Dependendo de onde você está agora, existem dois caminhos possíveis:
Se o seu momento é aprender esse processo com profundidade, no seu ritmo — a Formação Copywriting Sistêmico pega tudo que você viu aqui e vai muito além: cada etapa que resumi neste artigo é destrinchada com mais exemplos, mais exercícios práticos e mais aplicações reais, para você sair não só entendendo o processo, mas dominando ele.
Se o seu momento é diferente — e você já sabe que precisa de acompanhamento próximo, pensado para o seu contexto específico — a Mentoria DOJO existe para isso. Não é um curso fechado, é um espaço de desenvolvimento construído em cima da sua necessidade, do seu público e dos seus objetivos reais. Me conta qual é o seu objetivo hoje, e eu te entrego o que você precisa.
Não existe caminho certo ou errado entre os dois — existe o caminho certo para onde você está agora. Escolha o que fizer mais sentido para o seu momento, e comece a aplicar.
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